10/10/2013

Eu, Anjo da Enfermagem e a oncologia pediátrica: Relato de experiência

Arinete Fontes Esteves Véras, Joelmar Passos de Faria, Naisa Eliane

Arinete Fontes Esteves Véras, Joelmar Passos de Faria, Naisa Eliane Flores Sobral, Prisca Dara Lunieres Pêgas

Resumo do Trabalho

INTRODUÇÃO: A Lei Federal 11.104 de 2005, determina que todos os hospitais pediátricos devam possuir em suas instalações um espaço para QUE a criança que ali se encontra doente e hospitalizada POSSA brincar, o que reforça e torna clara a importância do reconhecimento E implementação de atividades recreativas como terapia voltada à promoção da saúde da criança doente em ambiente hospitalar. Segundo a Resolução COFEN 295 de 2004, o art.01, reconhece que é de competência do enfermeiro a responsabilidade da utilização da técnica do brinquedo terapêutico, na assistência à criança e família hospitalizadas. Portanto, as ações desenvolvidas através do voluntariado acadêmico na ONG Anjos da Enfermagem visam a atender ao proposto em lei. OBJETIVOS: Relatar as experiências vividas na ONG Anjos da Enfermagem e na ACE O Brincar no Hospital através do encantamento com a terapia lúdica, o uso do brinquedo e outras técnicas de comunicação e envolvimento com o paciente. METODOLOGIA: Trata-se de estudo descritivo pautado em um relato de experiência, vivenciado por acadêmicos voluntários de enfermagem da Universidade Federal do Amazonas – UFAM durante as atividades educativas com crianças com câncer, realizadas através da ONG Anjos da Enfermagem Núcleo Amazonas e ACE O Brincar no Hospital, na Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas – HEMOAM. RESULTADOS: Foi possível identificar por meio de relatos verbais e até mesmo não verbais das crianças hospitalizadas junto aos pais e∕ou responsáveis que durante esse momento de distração e descontração é criado um laço de afinidade entre paciente/responsável/voluntário, além de apresentarem melhora significativa, minimizando o quadro de stress QUE o diagnóstico do câncer e a hospitalização trazem consigo. CONCLUSÃO: A atividade trouxe significativa contribuição profissional/acadêmica por sensibilizar o voluntário à importância da humanização durante o tratamento de câncer, e da disponibilização do lúdico a crianças acometidas com câncer, sendo visível a receptividade à terapia e a evolução positiva do quadro do paciente.




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