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Rede pela Humanização do Parto lança campanha pelo fim da violência obstétrica

Violência obstétrica atinge 25% das gestantes brasileiras

A Rede pela Humanização do Parto e Nascimento (RaHuNa) realiza, nesta quinta-feira (25/11), o lançamento da campanha “Sim, a violência obstétrica existe e o Conselho Nacional de Justiça a reconhece”, para os 16 dias de ativismo pelo fim da violência de gênero.

A violência à mulher durante a gravidez, parto e pós parto é uma realidade no país, atingindo cerca de 25% das gestantes brasileiras. O Ministério da Saúde disponibiliza a Rede Cegonha, pela Portaria 1.459/2011, [1] com o objetivo de mudar o modelo de atendimento obstétrico, buscando abolir as práticas violentas e vexatórias.

“É nosso dever lutar pela promoção e garantia da gravidez, parto e puerpério seguros, e pelas normativas que buscam assegurar a integralidade da assistência”, afirma o coordenador da Comissão de Saúde da Mulher do Cofen, Herdy Alves.

O lançamento da campanha acontece às 20h, no canal do youtube [2].

Aliança pelo parto seguro e respeitoso – Em setembro deste ano, o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) assinou o termo de adesão à Aliança pelo Parto Seguro e Respeitoso [3], no Ministério da Saúde.  A aliança reúne 52 entidades da sociedade civil, atendendo chamado da Organização Mundial da Saúde (OMS). A iniciativa segue dez diretrizes [4], definidas pelas entidades que a integram: Equidade, Respeito, Redes de Atenção, Parto Adequado, Prevenção à Mortalidade Materna, Prevenção da Prematuridade, Letramento, Empoderamento e Engajamento, e Participação da Família.