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Anvisa avalia registro de vacina contra chikungunya pedido pelo Butantan
Data de publicação: 13 de dezembro de 2023

O Instituto Butantan solicitou, nesta terça-feira (12), o registro definitivo de uso da vacina contra a chikungunya no Brasil. Segundo o Butantan, os estudos clínicos apontam 98,9% de eficácia do imunizante, produzido em parceria com a farmacêutica franco-austríaca Valneva.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai avaliar registro em conjunto com a Agência Europeia de Medicamentos (European Medicines Agency – EMA). É a primeira vez que a Anvisa avalia um registro de imunizante em parceria com a EMA. Se aprovada, a vacina poderá se aplicada no Brasil e na União Europeia.

Chikungunya — Transmitido pelo mosquito aedes aegypt, responsável por doenças como a dengue e zika, o vírus chikungunya (CHIKV) foi introduzido no continente americano em 2013 e hoje tem caráter endêmico no Brasil. O Ministério da Saúde estima a ocorrência de mais de 140 mil casos em 2023.

A doença pode evoluir em três fases:

  • Febril ou aguda: tem duração de 5 a 14 dias
  • Pós-aguda: tem um curso de até 3 meses.
  • Crônica: Se os sintomas persistirem por mais de 3 meses após o início da doença, considera-se instalada a fase crônica.

Fonte: Ascom Cofen, com informações do Ministério da Saúde e Instituto Butantan



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